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Auditores da CGE participam de treinamento sobre ativos imobilizados

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Auditores da Controladoria-Geral do Estado do Piauí (CGE/PI) participaram nesta sexta-feira (06), do Treinamento promovido pela Superintendência de Parcerias e Concessões, vinculada à Secretaria de Estado da Administração e Previdência (Seadprev), com o objetivo de apresentar modelos de outros estados para a proposta do Governo de gerar receitas a partir de ativos imobilizados do Estado.

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Para abordar o assunto, foram convidados o diretor-presidente da Companhia Paulista de Parcerias, Mário Engler Junior; Bruno Lopes, diplomata e gestor de Políticas Públicas de São Paulo; Cristiana Correa, procuradora do Estado de São Paulo e Isadora, coordenadora da Unidade de PPP do Estado de São Paulo. A experiência do Estado de São Paulo servirá de modelo para o Piauí. 

A iniciativa, apresentada por Bruno Lopes, mostra que a partir da catalogação de todos os imóveis do Estado, é possível gerir, com mais qualidade, a carteira do fundo imobiliário do Estado.

 

“A importância de você ter no Conselho do Patrimônio Imobiliário cada um dos órgãos do Estado é fundamental, pois a gente desconhece de gabinete o potencial do ativo, o que se tem de fato. São Paulo tem mais de 34 mil imóveis, desses todos os municípios têm imóveis. Só de escolas, temos 5.500. Então, é um número bastante grande, e não só de imóveis próprios. O Sistema de Gestão do Patrimônio Imobiliário também tem importância no controle de gestão sobre imóveis em aquisição, cedidos, locados e aqueles que simplesmente temos a posse. Ou seja, o Conselho penetra por todos os órgãos do Estado e evidentemente, todos os Poderes. É papel do Conselho gerir todos os ativos e para isso não teria possibilidade de avançar sem sistemas informatizados”, explicou Bruno Lopes durante a sua apresentação no evento. 

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Para a superintendente de Parcerias e Concessões do Governo Estadual, Viviane Moura, o Estado tem uma carteira de imóveis, tanto urbano e rural, bastante significativa, porém de pouca utilização do ponto de vista de geração de receita e de exploração para outras finalidades. 

“O governador pediu que a Fundação Previdência, Emgerpi e Secretaria de Administração trabalhasse num modelo que pudesse ser utilizado, de forma racional, algum tipo de solução, de modo que tivéssemos, principalmente, geração de receitas, a partir da exploração desse ativo imobilizado. A ideia do governador não é vender os imóveis do Estado, é identificar esses imóveis de forma mais técnica, avaliar, ver a locação e a partir daí pensar, de forma prática, destinar a utilização desses imóveis para gerar valor ao Estado, não só financeiro, mas do ponto de vista da prestação de serviços, ou atendendo a população de outra forma”, explicou.

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Ela falou ainda sobre a importância da participação dos órgãos de controle nesse processo. “É um trabalho feito por muitas mãos, é multidisciplinar, e a participação especial dos órgãos de controle no acompanhamento  e desenvolvimento desse projeto é interessante para que a gente possa, ao final, fazer com que esses resultados sejam concretizados de forma positiva para o Estado e que todos nós possamos ter um modelo, inclusive, para aplicação em seus órgãos, já que todos têm na carteira algum tipo de imóvel que uma hora ou outra não são utilizados pela Administração. Com base nisso, a ideia é que tenhamos um norte, para que, a partir desse programa, possamos planejar de forma mais eficiente o uso do ativo imobilizado do Estado”. 

 

Escrito por Virgínia Santos   
 

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